Conferência com Professora Isabel Babo

 ‘Acontecimento e experiência. Constelações do sensível’

Quarta-feira |26 JUN – 18H | Auditório Museu Coleção Berardo

Isabel Babo

É agregada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho, doutorada em Sociologia pela École des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS) de Paris e licenciada em Filosofia pela Universidade do Porto. Investigadora do CICANT (Centre for Research in Applied Communication, Culture and New Technologies), as suas áreas de especialização são a sociologia do acontecimento, a sociologia da comunicação e as teorias do espaço público, com livros e artigos publicados sobre configuração mediática dos acontecimentos, média, redes, recepção e públicos. É professora catedrática da Faculdade de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação (FCAATI) e reitora da Universidade Lusófona do Porto (desde julho de 2012).

Resumo

Numa perspectiva comunicacional e de experiência pública, está-se imerso num meio ambiente constituído por acontecimentos, objetos, pessoas, ideias, significações. A expansão da comunicação electrónica, dos seus dispositivos e das redes digitais, faz com que a pluralidade das vozes, imagens e sons ecoe de modo justaposto e disperso, com sobreposições de ecrãs e mediações. Vigora a dispersão. A constelação, diferentemente da linearidade causal e da continuidade, constitui uma categoria que possibilita pensar este real desarticulado. O mesmo se dirá da noção de acontecimento que introduz a descontinuidade e a contingência e, embora seja um objecto privilegiado da narratologia e da história, é do domínio do sensível e do visível, encaixa-se em constelações ou cria-as. Como as noções de acontecimento e de experiência se adequam ao espaço público contemporâneo e à ideia de constelação enquanto meio para pensar a dispersão, é a proposta que se coloca.

Conferência Monumentos Fotográficos 15-16 junho Batalha|Leiria

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O conceito de património é indissociável das imagens que representaram os monumentos e os bens culturais no século XIX.

A fotografia foi a principal dessas imagens. Com ela projecta-se a inventariação do património português e empreendem-se inúmeras campanhas com fotógrafos nacionais e estrangeiros que irão alertar para o estado de preservação dos monumentos, assim como assegurar a sua divulgação e reconhecimento geopolítico.

As fotografias de Carlos Relvas, de Charles Thurston Thompson e de Jean Laurent são alguns dos exemplos da forma como a fotografia estuda o monumento, cria-lhe novos pontos de vista e celebra-o esteticamente.

A conferência ’Monumentos fotográficos’ incide tanto sobre as fotografias que se tornaram incontornáveis para pensarmos certos monumentos portugueses, como também sobre todos os monumentos que, desde então, nos vêm interpelando para que os fotografemos.

II Seminário Internacional (XI Nacional) MCATA/DCC/ECATI/ULHT

“Musicografia Braille e Equidade na CPLP”
28 e 29 de junho de 2019 – Auditório Professor Agostinho da Silva/ULHT
Para que a História Registe e os Tempos da ‘Vida como a Música’ não Esqueçam

Atenção: Por razões logísticas de última hora, o evento em referência teve de mudar para o Auditório Agostinho da Silva, no mesmo horário e programação.

Trata-se do corolário do “Curso de Musicografia Braille e Educação Musical Inclusiva na CPLP” (Primeiro Curso do género a distância no mundo (com a duração de 120 horas), em funcionamento a partir da Plataforma Musibraille na UFRJ), no âmbito do Pós-Doc em Ciências da Comunicação, com o título “Musicografia Braille e Equidade na CPLP” e em elaboração pela Professora Doutora Dolores Tomé no CICANT da ECATI/ULHT, em parceria com o Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologia Assistiva, Tecnoassis, do Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais da UFRJ e a Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes da Educação Especial em Portugal.

Programa Cartaz