Prémios Lusófonos da Criatividade

No próximo dia 19 de Dezembro, pelas 18h00, decorrerá no HOOD (em Lisboa) a Cerimónia de Entrega dos Prémios Lusófonos da Criatividade, os mais antigos prémios de publicidade em Portugal destinado aos países de Língua Oficial Portuguesa.

Como já é costume, a entrada será gratuita e aberta a todos os que queiram participar.

A anteceder a entrega de prémios, temos o prazer de anunciar que existirá uma conferência subordinada ao tema “A transformação digital das marcas e a transformação nas agências”.

A moderação estará a cargo do publicitário João Gomes de Almeida, CCO da 004 e Coordenador da Academia de Criatividade da FLAG.

Pelas marcas teremos a presença de Inês Condeço, Diretora de Marketing da FNAC e de Rita Nabeiro, CEO da Adega Mayor.

Já as agências estarão representadas por Edson Atahyde, CEO e CCO da FCB Lisboa e por Pedro Graça, CEO da Havas. Por fim, a Accenture Interactive estará representada pelo seu quadro internacional José António Gonçalves, que atualmente é o Experience Architect Lead da rede.

Gostávamos muito de contar com a presença dos estudantes de comunicação do nosso país, sendo que consideramos que este evento é uma oportunidade de formação e de estabelecer uma rede de contactos com as empresas da nossa área.

Texto enviado pela organização do evento

Arquivo, testemunho e profanação – Conferência por Pedro Lapa

Quarta-feira, 13 de dezembro | 18h00 | Auditório do Museu.
Entrada gratuita, sujeita ao número de lugares disponíveis.

Desde 2005 que Carla Filipe começou a construir um arquivo sobre os caminhos de ferro que serviu de base ao seu trabalho.

Com a exposição da cauda à cabeça, 2014, os seus arquivos e outros, que convoca ou pede emprestados, são reunidos por um meio sobre o qual a artista também trabalha a própria exposição.

Estes arquivos não operam uma determinação da sua discursividade, muito pelo contrário. Ela imiscui-se nos seus interstícios para suscitar interrogações sobre as suas ausências. Os seus arquivos são deste modo submetidos a contínuas interrogações, pelo que não espanta que muitos documentos retornem no curso dos diversos trabalhos e que estes se construam como redes que se sobrepõem com sucessivas reatualizações e considerações sobre si mesmos.

É sobre a memória recente de uma exposição sobre muitas memórias que esta conferência se debruça.

Pedro Lapa é professor auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Foi diretor artístico do Museu Coleção Berardo entre 2011 e 2017 e, anteriormente, do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado.

É autor de muitas publicações no domínio da arte moderna e contemporânea, de entre as mais recentes destacam-se Joaquim Rodrigo – a contínua reinvenção da pintura, 2016; História e Interregnum. Três obras de Stan Douglas, 2015.

Apresentada no âmbito do VII Ciclo de Conferências Internacionais sobre Arte, História e Pensamento, organizado pela Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias de Informação da Univ. Lusófona, em conjunto com o Museu Coleção Berardo.

Conferência – Prof. Doutora Cláudia Álvares

‘A Mediatização do Radicalismo: A Audiência Imaginada dos Vídeos de Propaganda do Estado Islâmico’ é o título da conferência a ser proferida pela Prof. Doutora Cláudia Álvares, dia 26 de outubro, às 18H00m no Auditório Pessoa Vaz, na Universidade Lusófona.

A Mediatização do Radicalismo: A Audiência Imaginada dos Vídeos de Propaganda do Estado Islâmico

Pretende analisar-se a propaganda visual da agência al-Hayat, organização oficial do Estado Islâmico, de modo a traçar as estratégias visuais e verbais de recrutamento dirigidas a uma audiência imaginada.

Depois de se identificar temas-chave em sete vídeos da agência al-Hayat, proceder-se-á a uma análise dos enquadramentos dos conteúdos.

Esta análise assenta no modelo dialógico, pressupondo que os vídeos indicam aquilo que a audiência imaginada ‘deve sentir’ ao se lhe apresentar os temas-chave em termos positivos ou negativos.

Uma estrutura profundamente dicotómica de ‘ingroup’ e ‘outgroup’  fornece o pano de fundo para o enquadramento de determinados temas-chave nos vídeos visionados, servindo como justificação para a Jihad, ou Guerra Santa, mediante a evocação de estratégias de interpelação baseadas na emoção e no imperativo moral.

Cláudia Álvares – Investigadora Principal, nos últimos anos, de três projectos de investigação financiados pela FCT e investigadora de dois projectos internacionais de consórcio, Cláudia Álvares tem sido, desde 2014, membro do painel de avaliação do European Research Council Starting Grants in the Social Sciences and the Humanities.

Foi eleita presidente da European Communication Research and Education Association (ECREA) para o mandato 2012-2016, tendo sido editora da colectânea Routledge Studies in European Communication Research and Education.

Entre as suas publicações principais encontram-se Media in Europe: New Questions for Research and Policy (co-authoria, 2014), Gendered Transformations: Theory and Practices on Gender and Media (co-autoria, 2010), Teorias e Práticas dos Media: Situando o Local no Global (org. conjunta, 2010), Representing Culture: Essays on Identity, Visuality and Technology (org., 2008), Humanism after Colonialism (2006).

Os seus artigos peer-review mais recentes foram publicados nas revistas European Journal of Communication, International Commmunication Gazette, Javnost – The Public e The International Journal of Iberian Studies.

Doutorada pela Goldsmith’s College, University of London (2001), é professora associada na Universidade Lusófona (Lisboa) e docente convidada do Doutoramento em Ciências da Comunicação do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.

17 de Outubro – Sessão Solene de Abertura do Ano Académico 2017/2018

Realiza-se no dia 17 de Outubro, pelas 11H00m , no auditório Agostinho da  Silva, a Sessão Solene de Abertura do Ano Académico 2017/2018

O conferencista convidado é o Dr. Ricardo Sá Fernandes, advogado, que apresentará uma oração de sapiência intitulada A abolição da pena de morte em Portugal, inscrita, aliás, na celebração do 150º aniversário da extinção daquela medida de barbárie institucional.

Por se tratar de um momento demonstrativo do dinamismo da nossa Universidade, considera-se importante a presença de toda a comunidade académica.