Quarta-feira | 25 MAR 2020 – 18H | Auditório Museu Coleção Berardo

Ressonâncias: corpo e cidade


                                                Daniel Tércio

Professor, ensaísta e crítico de dança, Daniel Tércio cursou Filosofia (UL), licenciou-se em Artes Plásticas (ESBAL), frequentou o Mestrado em História da Arte (UNL) e fez o Doutoramento em Dança (FMH). Integra a direção do INET-MD, coordenando o grupo de investigação sobre estudos da dança. É investigador responsável por projectos competitivos, e por programas de intercâmbio nomeadamente com a Universidade de Lille e com a Universidade Nice Sophia Antipolis, onde foi também professor convidado em 2012. Atualmente coordena o projeto Technologically Expanded Performance e tutela o repositório online Terpsicore.

Resumo

A ressonância pode ser encarada, não apenas como o mecanismo base de funcionamento do ouvido humano, mas também como modelo de geração de conhecimento. Enquanto a razão implica a disjunção entre sujeito e objeto, a ressonância envolve a sua conjunção, onde a razão exige separação e autonomia, a ressonância implica adjacência, empatia e o derrube da fronteira entre quem percebe e o que é percebido. Partindo da experiência do projecto Technologically Expanded Performance – projecto em curso numa parceria entre equipas multidisciplinares portuguesa e brasileira – serão considerados processos de ressonância entre os corpos e as cidades. Andar na cidade convida-nos a sentir as paisagens em termos de emaranhamento perceptivo, e desafia-nos a explorar as ressonâncias de/entre diferentes lugares do e no corpo.

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As Coisas Fundadas no Silêncio

 

Durante dois dias, escritores e artistas juntam-se a arquitetos, astrofísicos e filósofos para uma conversa sobre a importância do silêncio. Estas conferências fazem parte de um programa mais vasto, apresentado de 3 de março a 31 de maio em vários locais, em Lisboa.

A sessão de amanhã a partir das 18H30 tem a participação de Luís Cláudio Ribeiro, Professor e Diretor do DCC

 

Mais informações em: https://www.culturgest.pt/pt/programacao/coisas-fundadas-no-silencio/

Conferência – António Sousa Dias

Quarta-feira | 26 FEV 2020 – 18H | Auditório Museu Coleção Berardo

Música e Tecnologia. Trabalhando nos territórios do “entre”.

                                   

António Sousa Dias

Compositor, artista multimédia, performer e investigador, António de Sousa Dias é doutorado em Estética, Ciências e Tecnologias das Artes, diplomado com o Curso Superior de Composição e professor Associado na Faculdade de Belas Artes (Universidade de Lisboa). Autor de música para filmes, documentários e animação, bem como de obras explorando diversas formações e géneros, no seu percurso, a performance e o teatro musical também desempenham um papel importante tal como, actualmente, o multimédia, a instalação e a criação visual.

Resumo

A música ocidental de caracter erudito, articula-se num permanente vai-vem entre arte, ciência e tecnologia. A combinação de saberes requerida para lidar com esta realidade e a necessidade de meios para a exploração deste território, levaram-me  a desenvolver estratégias para lidar com a correlação entre materiais heterogéneos baseados em notas, processos e sons.
Nesta conferência, para além de alguns exemplos da referida articulação irei focar-me em algumas estratégias de criação musical explorando o que eu designo de territórios do “entre”.

Livro «Fundamento e Imersão»

O livro «Fundamento e Imersão» (Orfeu Negro, 2019), com participações várias, es«ntre as quais os Professores do Departamento de Ciências da Comunicação da ECATI, José A. Bragança de Miranda; José Gomes Pinto e Luís Cláudio Ribeiro, mereceu no Correio do Minho um elogio por parte do Prof. Moisés de Lemos Martins.

Link para Correio do Minho