Conferência – António Sousa Dias

Quarta-feira | 26 FEV 2020 – 18H | Auditório Museu Coleção Berardo

Música e Tecnologia. Trabalhando nos territórios do “entre”.

                                   

António Sousa Dias

Compositor, artista multimédia, performer e investigador, António de Sousa Dias é doutorado em Estética, Ciências e Tecnologias das Artes, diplomado com o Curso Superior de Composição e professor Associado na Faculdade de Belas Artes (Universidade de Lisboa). Autor de música para filmes, documentários e animação, bem como de obras explorando diversas formações e géneros, no seu percurso, a performance e o teatro musical também desempenham um papel importante tal como, actualmente, o multimédia, a instalação e a criação visual.

Resumo

A música ocidental de caracter erudito, articula-se num permanente vai-vem entre arte, ciência e tecnologia. A combinação de saberes requerida para lidar com esta realidade e a necessidade de meios para a exploração deste território, levaram-me  a desenvolver estratégias para lidar com a correlação entre materiais heterogéneos baseados em notas, processos e sons.
Nesta conferência, para além de alguns exemplos da referida articulação irei focar-me em algumas estratégias de criação musical explorando o que eu designo de territórios do “entre”.

Livro «Fundamento e Imersão»

O livro «Fundamento e Imersão» (Orfeu Negro, 2019), com participações várias, es«ntre as quais os Professores do Departamento de Ciências da Comunicação da ECATI, José A. Bragança de Miranda; José Gomes Pinto e Luís Cláudio Ribeiro, mereceu no Correio do Minho um elogio por parte do Prof. Moisés de Lemos Martins.

Link para Correio do Minho

Fundamento e Imersão

Muitos sectores da experiência contemporânea estão a ser substituídos, complementados e articulados pelas tecnologias digitais, e ao mesmo tempo surgem novos domínios inteiramente mediados pela tecnologia. Os textos reunidos em FUNDAMENTO E IMERSÃO resultam de um estreito diálogo entre os seus autores, e buscam compreender a crescente convergência entre cultura e técnica.

Lançamento a 5 de Março na livraria Almedina Rato (Lisboa), com apresentação de Paulo Serra e moderação de Manuel Bogalheiro.

Contamos com a vossa presença!

2019 | 264 pp. | 12,3 x 18 cm | 16€Autores:

José Bragança de Miranda
Jussi Parikka
Wolfgang Ernst
João Marques Carrilho
José Gomes Pinto
Luís Cláudio Ribeiro

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lifford: a pioneer photographer in Spain

Conferência de Rachel Bullough Ainscough (Universidad San Pablo CEU, Madrid)

20 Fevereiro, 17.30

Auditório José Araújo, Biblioteca Victor de Sá, Universidade Lusófona     

The Early Visual Media Lab and CICANT are pleased to announce the upcoming conference of the visiting researcher Rachel Bullough Ainscough (Universidad San Pablo CEU, Madrid) on Charles Clifford, one the most renowned pioneer photographers in Spain.

Clifford: a pioneer photographer in Spain

A mysterious and colourful figure, the British photographer Charles Clifford (1819-1863) is universally recognised as one of the greatest photographers in Spain in the nineteenth century. From his curious arrival in Madrid in 1850 to his untimely death in 1863, Clifford worked tirelessly to portray a country and its people to the best of his ability. Never afraid to stretch the boundaries of the new photographic medium in order to satisfy his own creative needs, he fulfilled the desire of his clients in Spain to have a visual record of their times and that of his clients abroad; to see as much of the country (known and unknown) as possible, at a time when mass tourism was still a thing of the future and Spain continued to enjoy the romantic image of a country off the beaten track, somewhere between the Pyrenees and Africa.

At the forefront of new photographic processes and techniques acquired during his frequent trips to London and Paris, Clifford used his studio in Madrid to teach photography to all those interested, a task he continued during his trips around Spain. His clients included the aristocracy, the government and the Royal Houses of Spain and Great Britain which both have substantial collections of his work.  Embracing all the photographic genres from portraiture to civil works, Clifford’s unique image of Spain reconciles in perfect harmony the ancient past of the country with the modernization and progress of the 1850’s.