Novas peças da Lusófona no REC

Eles “estão por todo lado”, ouvimos no início do programa REC de dezembro. Desta vez, são os “Novos Ecrãs” que servem de mote ao programa de rádio e às peças que habitam o site. Diana Cardoso e Francisca Duque, da Licenciatura em Comunicação e Jornalismo da Universidade Lusófona, assinam a peça de abertura do programa que foi para o ar na Rádio Renascença a 1 de dezembro e, ainda, o texto e as fotos da peça “Tecnostress: já faz parte da sua vida?”, em destaque no site.

O REC – Repórteres em Construção é um projeto que reúne jornalistas e professores de jornalismo de instituições do Ensino Superior de todo o país. Nasceu com o 4º Congresso dos Jornalistas Portugueses, em 2017, e conta com a participação da Lusófona desde o dia zero. Carla Rodrigues Cardoso, diretora da Licenciatura em Jornalismo, coordena a equipa, que conta com os professores Carlos Andrade e Mésicles Helin. Este ano letivo há quatro alunos envolvidos: Clarisse Verdade, Mariana Ferreira e Sofia Magalhães, do curso de Comunicação e Jornalismo, e Francisco Gonçalves, da Licenciatura em Ciências da Comunicação e da Cultura.

Todas as peças e programas já realizados estão disponíveis aqui:

https://www.cenjor.net/rec/


 

Literacias cívicas e críticas: refletir e praticar

Novo livro coordenado pela investigadora do Cicant,  Maria José Brites:

Este livro centra-se na ligação entre jornalismo e a democracia, e na forma como se cruzam com as literacias críticas. Estas são impossíveis de considerar sem o crescente interesse científico e social em relação ao discurso do ódio e à desinformação, numa sociedade em que o transmedia storytelling aponta para o imperativo de saber reconhecer, usar e operar multiplataformas. As literacias críticas, além de contemplarem o acesso, análise e produção nos média, incluem igualmente olhares sobre relações de poder.  
 
mais info:

Aula aberta com o escritor JONATHAN COE

JONATHAN COE
AULA ABERTA | 26.11 às 18h30
Universidade Lusófona de Lisboa | Auditório José Araújo
Edifício da Biblioteca Victor de Sá | Campo Grande, 380 – B
No âmbito da sua estada nas Residências Internacionais de Escrita Fundação D. Luís I, o escritor JONATHAN COE dará uma Aula Aberta, amanhã, terça-feira, dia 26 de novembro, a partir das 18h30, no Auditório José Araújo, da Universidade Lusófona de Lisboa.

ENTRADA LIVRE
INSCRIÇÕES AQUI

organização é da Fundação D. Luís I, com o apoio da Pós-Graduação em Escrita de Ficção da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.
Sobre Jonathan Coe:

O romancista inglês está a residir e a trabalhar em Cascais até ao início de dezembro, no âmbito do programa Residências Internacionais de Escrita Fundação Dom Luís I, coordenado por Filipa Melo.

A estada em terras lusas inclui esta aula aberta ao público, entre outras iniciativas, nomeadamente de divulgação do seu mais recente romance, Coração de Inglaterra, recém-publicado em Portugal pela Porto Editora e vencedor deste ano do importante Prémio do Livro Europeu, atribuído pelo Parlamento Europeu..

O romance, que retrata o momento difícil por que passa a Grã-Bretanha, evoca, através de uma prosa clara e muito divertida, oito anos turbulentos da vida britânica e o seu reflexo na vida das personagens de Coe – e dos que os rodeiam. Apelidado de “romance magistral”, capaz de fornecer uma “radiografia do Reino Unido atual”, por Le Figaro, e dito como sendo “muito divertido” pelo jornal The Guardian, este é um “romance tracional passado nos nossos tempos muito inconvencionais” (como lhe chamou The New York Times).
Jonathan Coe nasceu em Birmingham, em 1961. Estudou no Trinity College, em Cambridge, tendo-se doutorado na Warwick University. Ensinou Poesia Inglesa nessa mesma universidade e trabalhou depois como músico profissional, compondo jazz e músicas de cabaré. Trabalhou também como revisor de textos legais, antes de se tornar escritor e jornalista freelancer. Além de A Vida Privada de Maxwell Sim (nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award 2012), em Portugal estão publicados os romances Os Anões da MorteQue Grande Banquete! (John Llewellyn Rhys Prize 1995 e Prémio do Melhor Livro Estrangeiro de 1996 em França), A Casa do Sono (Writers’ Guild Best Fiction Award 1997, Prémio Médicis Étranger 1998 e I Prémio Europeu dos Jovens Leitores), Rotters’ Club (Bollinger Everyman Wodehouse Prize 2001), O Círculo Fechado (finalista do International IMPAC Dublin Literary Award 2006) e A Chuva Antes de Cair. Em 2004, Jonathan Coe foi nomeado Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras em França. Jonathan Coe vive em Birmingham.
O programa de Residências Internacionais de Escrita Fundação Dom Luís I foi inaugurado com Olivier Rolin, em outubro de 2018, tendo-se seguido a passagem do nova-iorquino Michael Cunningham. Cabe agora a Jonathan Coe ter morada em Cascais, no âmbito das primeiras residências literárias internacionais, de caráter regular, em Portugal. Igualmente programadas estão as residências de Javier Cercas (abril a junho de 2020) e de Germano Almeida, romancista caboverdiano Prémio Camões 2018.